“Todo mundo é o sol do seu próprio universo.”
Geralmente pensamos no sol como algo grande, bom, luminoso, benéfico… Acostumamo-nos com sua presença, seu brilho e seu calor e nem sempre nos lembramos do sol como o centro do nosso sistema planetário. Tampouco gastamos tempo refletindo na sua fundamental importância para a vida na terra, nos sérios problemas climáticos na enorme diversidade da superfície do planeta. Parece que as discussões sobre o tema não nos afetam e nem nos interessam.
Como seres humanos descontentes com tudo, reclamamos do sol inclemente do verão, que nos causa desconforto e desânimo; ou então, da sua ausência nos períodos prolongados de chuva. Chegamos a postar memes engraçados sobre essa ausência, pois nos esquecemos de que o grande astro está lá, mesmo oculto por camadas impenetráveis de densas nuvens.
Quando li a citação ” todo mundo é o sol do seu próprio universo”, concordei prontamente.
De fato, podemos nos colocar como protagonistas, reconhecer nosso valor e, assim, refletir luz e calor em nossa esfera de ação. Se realmente nos sentirmos luz, poderemos agir com a finalidade de colaborar para transformar vidas ao nosso redor.
Também há a possibilidade de nos ocultar em meio a pesadas nuvens obscuras, omitindo essa luz e esse calor tão necessários a toda espécie de vida. De forma egoísta, usufruímos esses benefícios, sem nos importar com a necessidade dos outros.
Qual será nossa escolha? Ser portadores de vida e esperança ou ou nos tornar tristemente um “não-evento“, como diz Ricardo Gondim no seu poema sobre envelhecimento?
Que Jesus Cristo – o Sol da Justiça – nos ilumine com seu amor e sabedoria!
